Alimentos e nutrientes funcionais para regular o colesterol

September 30, 2016

 

 

 

O colesterol pode ser bom ou ruim, e isso depende de sua concentração, da circulação, do potencial oxidativo, do acúmulo e do depósito anormal no organismo.
O colesterol, por um lado, é essencial, pois tem quatro funções principais em toda a vida animal. Em primeiro lugar, o colesterol é um importante composto das membranas celulares. Em segundo lugar, é um precursor para a síntese de ácidos biliares, que são emulsionantes de gorduras alimentares e vitaminas solúveis em gordura para a digestão e a absorção no intestino delgado. Em terceiro lugar, é um substrato para a síntese de todos os hormônios esteroides, incluindo hormônios sexuais, glicocorticoides e mineralocorticoides. Em quarto lugar, a vitamina D é derivada a partir do colesterol, 7-deidrocolesterol. Porém, o colesterol é um dos maiores “culpados” e tem sido usado como uma indicação da saúde geral do coração. Estudos epidemiológicos têm demonstrado forte associação entre a concentração de colesterol plasmático e o risco de doença cardíaca coronária. A forte ligação, também, é assinalada entre uma dieta rica em colesterol e a prevalência de doença cardíaca coronária.
Nesse sentido, alimentos funcionais e nutracêuticos estão se tornando cada vez mais populares. Esses alimentos, quando usados para baixar ou regular o colesterol, são terapias alternativas possíveis para a redução do colesterol total no plasma, especialmente, para pacientes cujos níveis de colesterol no sangue são apenas ligeiramente elevados, não altos o suficiente para justificar a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol. Este texto resume dados de estudos recentes sobre alimentos funcionais e nutracêuticos para regular o colesterol e discute seus mecanismos de ação.


Proteína intestinal e hepática transportadora de colesterol: Niemann-Pick C1-Like 1 (NPC1L1)


A redução da absorção do colesterol através da inibição da NPC1L1 intestinal é uma das maneiras pelas quais alguns alimentos funcionais e nutracêuticos podem diminuir o nível de colesterol no plasma. Aproximadamente, 1200-1700mg de colesterol entram no lúmen do intestino delgado, com 300-500mg provenientes da dieta e o restante derivando do fluido biliar diário. A absorção de colesterol começa com NPC1L1, que está localizada em enterócitos jejunais. A NPC1L1 é crítica para a absorção de colesterol e transporta o colesterol do lúmen para os enterócitos. Depois de ter entrado nos enterócitos, o colesterol é convertido em éster de colesterol (CE) pela acil-CoA: colesterol aciltransferase 2 intestinal (ACAT2). Posteriormente, a proteína microssômica de transporte de triacilglicerol (MTP) embala CE em quilomícrons (QM). Finalmente, QM é transferido para o sangue através do sistema linfático. Os fitosteróis na dieta (ou fitoestanóis) são um grupo típico de concorrentes da NPC1L1 por serem estruturalmente semelhantes ao colesterol. Os fitosteróis não estão apenas competindo com o colesterol para NPC1L1, mas, também, são fracamente absorvidos no intestino, com apenas cerca de 5% de b-sitosterol, 15% de campesterol e menos de 1% de estanóis na dieta a serem absorvidos. Em contraste, o próprio colesterol é bem absorvido, com mais de 50% de biodisponibilidade. O mecanismo subjacente para a taxa de absorção diferencial de fitosteróis e colesterol no intestino é que ACAT2 dos enterócitos prefere colesterol de fitoesteróis para esterificação. Para evitar excessivo acúmulo de fitoesteróis nos enterócitos, existe um sistema que os manda de volta ao lúmen intestinal para a excreção. Os fitoesteróis têm sido adicionados a margarinas, gorduras e óleos vegetais, como um ingrediente funcional para baixar o colesterol. Deixo claro que essa não é minha prática por não gostar desses alimentos. Prefiro o uso de fitosteróis como suplemento. Demonstrou-se que um elevado consumo de fitosteróis na dieta está inversamente relacionado com o colesterol total no soro (CT) e as concentrações de lipoproteína de baixa densidade (LDL). Recomenda-se até 2g de fitoesteróis para consumo diário.


Inibidores de ACAT


Não só a NPC1L1, mas, também, a ACAT2 desempenha um papel importante na facilitação da absorção do colesterol. Existem duas formas principais de ACAT em mamíferos, ACAT1 e ACAT2. Nos seres humanos, ACAT2 é uma enzima de esterificação dominante no intestino delgado e no fígado, onde fornece ésteres de colesterol para o Quilomicron e para a lipoproteína de muito baixa densidade, respectivamente. O colesterol tem de ser esterificado antes de ser embalado em QM. A deficiência em ACAT2 em ratos limita parcialmente a absorção de colesterol. Tanto a absorção reduzida de colesterol dietético como a inibição sobre a secreção de lipoproteínas de densidade muito baixa hepática (VLDL) podem conduzir a um nível mais baixo de colesterol no sangue. Alguns inibidores de ACAT presentes nos alimentos foram considerados eficazes na prevenção da hipercolesterolemia em culturas de células e em modelos animais. Tem sido demonstrado que o fruto do espinheiro (Crataegus) é eficaz na redução do colesterol no plasma de hamsters e coelhos. O ácido trierpênico do fruto do espinheiro tem sido identificado como um inibidor de ACAT intestinal responsável pela atividade de redução do colesterol. Foi demonstrado que a soja influencia na redução do colesterol plasmático em humanos e animais experimentais. Embora fitoestrogênios, genisteína e daidzeína não sejam os únicos ingredientes ativos, eles têm demonstrado ação inibitória na atividade de ACAT em hepatócitos. Um bioflavonoide cítrico, naringenina, tem demonstrado ser eficaz na redução da atividade de ACAT, causando diminuição marcada no nível de colesterol no plasma em ratos. A suplementação de ácido linoleico conjugado (CLA) em dietas, também, tem evidenciado associação com infrarregulação da atividade da ACAT intestinal. Outro ativo isolado a partir de pimenta-longa (Piper nigrum) é um inibidor de ACAT, assim, pode ser explorado no intuito de ser um nutracêutico para baixar o colesterol.


Inibidores da HMG-CoA redutase


Os seres humanos sintetizam cerca de 1500mg de colesterol por dia, enquanto a dieta contém 300-600mg de colesterol. Redução da síntese de colesterol é a maneira mais eficaz para diminuir o nível de colesterol no plasma. A biossíntese do colesterol começa com duas moléculas de acetil-CoA e utiliza uma via multienzimática em que inibidores da HMG-CoA redutase medeiam a reação limitante da velocidade. Uma classe de drogas, as estatinas (sinvastatina/pravastatina/atorvastatina/rosuvastatina/pitavastatina), é forte inibidora da HMG-CoA redutase no fígado. Tem sido demonstrado que as estatinas podem reduzir o colesterol no plasma em até 30%, em pacientes com hipercolesterolemia. No entanto existem efeitos secundários e colaterais associados com a utilização desses inibidores, incluindo erupções cutâneas, sintomas gastrointestinais, dores musculares, fadiga e problemas hepáticos. O mecanismo pelo qual alguns alimentos funcionais e nutracêuticos podem reduzir o colesterol plasmático é mediado pela inibição e pela baixa-regulação da expressão da HMG-CoA redutase. A comida típica que efetivamente reduz o nível de colesterol no sangue é a levedura de arroz vermelho. É produzido por cultura da levedura Monascus purpureus do arroz cozido. A análise química da levedura do arroz vermelho (Red Yeast Rice) mostrou que ele contém monacolina K (semelhante à lovastatina), que é um inibidor eficaz da HMG-CoA-redutase. Uma meta-análise em mais de 90 estudos randomizados avaliou a eficácia da levedura de arroz vermelho na redução do colesterol no sangue em hiperlipidemia primária, encontrando boa eficácia. Além disso, o farelo de arroz e a cevada são ricos em tocotrienóis (alfa, beta, delta e gama), que são um grupo de inibidores da HMG-CoA redutase. Fibras dietéticas solúveis em água podem ser submetidas à fermentação no cólon para produzir uma série de ácidos graxos de cadeia curta, incluindo ácido acético, propiônico e butírico. Tem sido sugerido que o ácido propiônico pode ser absorvido no cólon e transferido para o fígado, onde inibe a biossíntese do colesterol hepático, possivelmente, a partir da inibição de HMG-CoA-redutase. Sabe-se, também, que os produtos de soja apresentam a atividade de redução do colesterol. Três compostos isolados fermentados e não fermentados de soja (genisteína, daidzeína e gliciteína) são os inibidores da HMG-CoA redutase. Policosanóis são um grupo de álcoois primários alifáticos isolados a partir de cana-de-açúcar, farelo de arroz, cera de abelha, de amêndoa, de sorgo e de gérmen de trigo e, também, reduzem os níveis de colesterol no plasma, possivelmente, pela inibição de HMG-CoA-redutase. O alho é conhecido por ter ação hipolipemiante, e os ingredientes ativos que inibem a HMG-CoA redutase seriam alicina, ajoene e dialildisulfidos.


Ativadores do receptor de LDL
A remoção eficiente de colesterol no sangue é essencial para a manutenção do nível saudável de colesterol. Colesterol não existe na forma livre e circula no sangue pelas lipoproteínas. Em geral, existem quatro principais lipoproteínas, nomeadamente QM, VLDL, LDL e HDL. QM é responsável pelo transporte de colesterol e dos triacilgliceróis (TAG) do intestino para o tecido adiposo e dos músculos esqueléticos. VLDL transporta o TAG recém-sintetizado e o colesterol do fígado para os tecidos adiposos e nos músculos esqueléticos. Enquanto HDL remove o colesterol em excesso dos tecidos periféricos de volta para o fígado e desempenha um papel importante na manutenção da homeostase do colesterol no plasma, o colesterol LDL, como portador principal de colesterol no sangue, transporta o colesterol para outros tecidos que necessitam. A remoção do colesterol do sangue é mediada, principalmente, por um processo dependente do receptor. Vários alimentos funcionais e os seus ingredientes ativos são capazes de regular positivamente a atividade do receptor de LDL e, portanto, de diminuir o nível de colesterol no plasma. Embora permaneça inconclusivo se os fitoestrogênios são os ingredientes ativos responsáveis pela atividade redutora do colesterol da soja, sabe-se que eles podem aumentar receptores de LDL em várias linhas celulares de animais. O interesse no ácido linoleico conjugado (CLA) como um nutracêutico antiaterosclerose está crescendo e foi demonstrado que o CLA é capaz de diminuir o nível de colesterol no plasma em vários modelos de linhas celulares animais. Um dos mecanismos é atribuível ao aumento da regulação da atividade do receptor de LDL.
Algumas observações epidemiológicas sugerem que o consumo moderado de vinho tinto pode diminuir o risco de doenças cardiovasculares devido à sua atividade antioxidante pelos polifenóis resveratrol e quercetina, que aumentam significativamente a atividade de ligação ao receptor de LDL e a expressão do gene. Isso sugere que os polifenóis do vinho tinto regulam vias importantes envolvidas no metabolismo de lipoproteínas.
Chá é a bebida mais popular e amplamente consumida do mundo e possui uma atividade redutora de colesterol. A atividade de redução do colesterol das catequinas do chá tem sido amplamente investigada e atribuída ao aumento da regulação do receptor LDL hepático. As bagas vermelhas brilhantes do espinheiro (Hawthorn) têm uma longa história de uso medicinal na China e Europa. Além do ácidos triterpênicos, que é um inibidor de ACAT, a tintura de crataegus, uma mistura de flavonoides, saponinas de trierpenos e aminas cardioativas de espinheiro, foi indicada como reguladora de receptores de LDL hepáticos, resultando em maior influxo de colesterol plasmático para o fígado, com isso, diminuindo o nível de colesterol plasmático.


Ácidos biliares sequestrantes
O colesterol excessivo é eliminado pela formação de ácidos biliares, seguida de excreção na bile. Inibidores da absorção de ácidos biliares, também chamados sequestrantes dos ácidos biliares, ligam-se aos ácidos biliares no intestino, inibem sua reabsorção e produzem um complexo insolúvel com os ácidos biliares. Este efeito de inibição da reabsorção de ácidos biliares leva a uma diminuição da concentração de colesterol hepático e a um aumento na síntese de ácidos biliares a partir do colesterol e provoca um influxo de colesterol do plasma para o fígado, pois o nível reduzido de colesterol hepático regula a expressão de receptores do LDL. A colestiramina e o colestipol, um grupo de medicação eficaz para baixar o colesterol, são os sequestrantes de ácidos biliares típicos. Uma meta-análise demonstrou que as fibras desempenham um papel importante no metabolismo do colesterol, diminuindo o nível de colesterol no plasma. Um dos mecanismos pelo qual as fibras solúveis em água reduzem o nível de colesterol do plasma é mediado pela inibição da absorção do colesterol e pela reabsorção de ácidos biliares no lúmen intestinal. Em outras palavras, as fibras solúveis em água funcionam como um sequestrador de ácidos biliares no intestino. A aveia tem sido reconhecida como um alimento funcional para redução do colesterol por um longo tempo. O ingrediente ativo na aveia é a betaglucana. Muitos mecanismos têm sido propostos para a atividade de redução do colesterol da betaglucana, entre eles a capacidade de redução da reabsorção de ácidos biliares e o aumento da excreção fecal de ácidos biliares.
A suplementação de cálcio, também, pode diminuir o colesterol em seres humanos e animais. Sabe-se que o cálcio dietético comporta-se como um sequestrante e pode ligar-se aos ácidos biliares para produzir um precipitado, diminuir sua reabsorção e aumentar sua excreção através das fezes, assim, levando a uma redução no nível de colesterol no fígado e no plasma. Alguns lácteos e produtos fermentados com algumas espécies de Lactobacillus, Bifidobacterium, Enterococcus e Streptococcus demonstraram ter a capacidade de reduzir o nível de colesterol plasmático. Um dos mecanismos subjacentes é que essas bactérias probióticas podem reduzir a reabsorção de ácidos biliares por meio da circulação entero-hepática. E isso se dá devido ao fato de que os ácidos biliares conjugados, mas não as formas livres, são parcialmente absorvidos e dirigidos de volta para o fígado. Células de lactobacilos vivos e bifidobacterias podem hidrolisar os ácidos biliares conjugados, excretá-los mais rapidamente e reduzir a extensão em que eles são reabsorvidos.
Especiarias dietéticas da família de alho e cebola exercem papel antilitogênico, assim, diminuindo a hipersecreção de colesterol para a bile e aumentando a excreção do ácido biliar, diminuindo a formação de cálculo biliar em ratos experimentais.

Ativadores do citocromo P450 7A1 (CYP7A1)
A conversão de colesterol em ácidos biliares é a principal via pela qual o colesterol em excesso é metabolizado. CYP7A1, também, conhecida como o colesterol 7alfa-hidroxilase, é a enzima limitante da velocidade na síntese de ácidos biliares no fígado. A sobrerregulação da CYP7A1 diminui o colesterol hepático, provocando um influxo de colesterol para o fígado e levando a uma redução do colesterol no plasma. Numerosos alimentos funcionais e nutracêuticos têm a capacidade de regular o CYP7A1. O trigo-sarraceno é um alimento funcional popular que reduz o nível de colesterol plasmático. Estudos demonstraram que o trigo-sarraceno regulou o gene de CYP7A1 e reforçou a excreção de ácido biliar fecal quando ele foi adicionado a dietas de ratos.
As catequinas do chá, também, possuem atividade hipocolesterolêmica em animais e humanos. Quando o efeito foi testado sobre a atividade a nível de RNAm e promotor de CYP7A1, epigalocatequina galato (EGCG) estimulou ambos de forma dose-dependente. O cálcio dietético é um mineral capaz de regular positivamente o gene de CYP7A1 e aumentar a excreção de ácido biliar.
Há um interesse crescente na curcumina como um alimento funcional para baixar o colesterol. A pesquisa demonstrou que ela pode regular o gene de CYP7A1 e aumentar a eliminação de ácidos. Os polifenóis de semente da uva possuem a atividade semelhante de regular positivamente o gene CYP7A1 e acelerar) a excreção de ácido biliar. Alguns amidos resistentes têm uma função de redução do colesterol do plasma por meio de melhoria dos níveis de RNAm de CYP7A1 e excreção de ácido biliar fecal.


Inibidores da proteína transportadora de ésteres de colesterol (CETP)


O interesse em alimentos nutracêuticos e que possuem atividade anti-CETP é crescente. O colesterol LDL é proporcionalmente, enquanto o HDL colesterol é inversamente associado com o risco de doenças cardiovasculares em alguns estudos. A distribuição de colesterol entre LDL e HDL é parcialmente dependente de CETP no plasma, que é uma proteína plasmática responsável pela transferência de ésteres de colesterol de HDL para LDL por uma troca equivalente de TG.
Alguns alimentos têm a capacidade de modular a atividade inibidora de CETP no plasma. Os polifenóis da maçã diminuíram a atividade de CETP em hamsters alimentados com uma dieta rica em colesterol. As antocianinas exerceram algumas vantagens sobre o perfil lipídico em animais. A suplementação de antocianinas na dieta humana pode diminuir o LDL e aumentar as concentrações de HDL e aumentar o efluxo de colesterol celular de soro devido à inibição da CETP. Resveratrol, também, possui a atividade de inibição de CETP em hamsters alimentados com uma dieta rica em gordura. A suplementação de pimenta-vermelha atenuou aterosclerose associada com uma atividade reduzida de CETP. Alho é, também, um alimento funcional que mostrou inibir a atividade de CETP em coelhos alimentados com uma dieta rica em colesterol.
Então, conforme discutido em todos esses mecanismos, observa-se uma real possibilidade em usar alimentos funcionais e nutracêuticos na modulação dos níveis de colesterol no plasma, bem como em suas características oxidativas, desempenhando um papel importante e promissor na redução do risco de doença cardíaca coronária. O desenvolvimento desses alimentos funcionais e alimentos nutracêuticos é de interesse tanto para o público como para a comunidade científica. Para entender melhor tudo isso, é essencial identificar os ingredientes ativos e seus mecanismos de ação bioquímica associados. Um alimento funcional ou nutracêutico para reduzir o colesterol pode fazê-lo por uma combinação de vários mecanismos associados, bem como por um mecanismo. Ainda, lembramos que grande parte dos estudos com tais componentes foi realizada em culturas de células e modelos animais. Mais ensaios clínicos randomizados devem ser realizados em humanos para validar a atividade de redução do colesterol. E não podemos esquecer de que, em muitos casos, usaremos remédios como as estatinas associados ou isoladamente. O mais importante é entendermos nossos pacientes e individualizarmos caso a caso. Saúde a todos!
Até a data, os seguintes alimentos ou nutracêuticos, tais como fibra dietética, fitosteróis, soja, frutos de espinheiro, chá, produtos lácteos fermentados, policosan�s, trigo-sarraceno, aveia, óleo de farelo de arroz, a cebola, o alho, o arroz de levedura vermelha, amêndoa, óleo de peixe, linhaça, arroz-preto, alcaçuz e óleo de ginseng, foram alegou possuir atividade de redução do colesterol.  

 

Please reload

Featured Posts

Gastrite pode ser prevenida com mudança de hábitos

February 28, 2020

1/10
Please reload

Recent Posts
Please reload

© Copyright 2017. Equaliv

  • Facebook - White Circle
  • Instagram - White Circle